Professor Christian

Christian Lohbauer é paulistano, tem 51 anos. É Mestre e Doutor em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, foi VP de Assuntos Corporativos da Bayer no Brasil, Presidente Executivo da CitrusBR, Diretor Executivo da Associação Brasileira dos Exportadores de Frangos (ABPA) e Secretário de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo. Atua como professor convidado da Fundação Dom Cabral e é membro das diretorias da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), do Conselho Empresarial da América Latina (CEAL), e do Instituto de Relações Internacionais da USP (GACINT/IRI).

Mais

Indicação de livros

Categoria: Brasil
Categoria: Brasil


Mais


Leia Mais


A CAMPANHA

Durante os oito meses entre março e outubro de 2018 dediquei todo meu tempo e energia para uma das grandes experiencias que alguém pode viver: participar de uma campanha política como candidato em eleições gerais. E o mais estimulante: disputando pelo Partido Novo, que ajudei a fundar em 2011, a registrar em 2015 e a conquistar espaço político mandatório em 2016. Nos primeiros quatro meses desta empreitada de 2018 trabalhei como pré-candidato ao senado pelo Estado de São Paulo. E depois de um movimento interno do Partido, me juntei a João Amoedo na chapa presidencial como candidato a Vice-Presidente.

O que se leva de uma campanha como essa? Muito mais do que os quase 3 milhões de votos, o quinto lugar entre 13 candidatos a presidência, sem espaço em debates televisivos e sem usar recursos públicos para campanha. Muito mais do que ajudar e eleger uma bancada de 8 deputados federais em 12 estaduais em 5 estados da federação. E muito mais do que eleger um governador do segundo colégio eleitoral do país e berço da política brasileira: Minas Gerais.

O que se leva é a convicção de que vivemos em um grande país. Muito grande. Com uma capacidade de produzir e criar riquezas como poucos. E o mais importante de tudo, um país de gente preciosa. Gente trabalhadora, humilde, mas ciente de que pode melhorar. E uma geração de gente muito jovem em busca de referências, em busca de conhecimento e oportunidades, avessa a dogmas e tutela. Daqui não saio. Esse é o lugar no mundo que devemos ficar, cuidar e trabalhar para que todos vivam melhor.


GALERIA


Veja Mais

O Partido Novo: Origens, Ideias e Objetivos

Foi em 2008, quando a economia mundial por pouco não entrou em colapso, que um pequeno grupo de cariocas percebeu o que milhões de brasileiros já vinham pressentindo, mas não tinham clareza ou coragem de constatar: o modelo de desenvolvimento brasileiro do governo do PT sob a liderança de Lula da Silva não tinha como dar certo. Desde sua posse em 2003, o governo do PT arrancava da sociedade 7% a mais em impostos, ano sobre ano. No entanto, gastava 10% a mais também ano sobre ano. O melhor ambiente econômico internacional em muitas décadas colocava o preço das commodities minerais e agrícolas em preços bastante favoráveis ao exportador. Recursos e investimentos entravam no Brasil em escala inédita. Mas, o governo não se interessou em melhorar a vida das pessoas. Praticou a tradicional demagogia populista latino-americana: disponibilizou crédito para pessoas e empresas a juros baixos. Lastreou o BNDES no Tesouro Nacional. Distribuiu benesses fiscais a grupos empresariais para que o financiasse nas campanhas futuras. Fez intervenções sistemáticas em preços públicos. Não concluiu nenhuma obra relevante para melhorar a sucateada infraestrutura energética, ferroviária, portuária, aeroviária ou rodoviária. Contratou gente sem planejamento, aumentou salários públicos. Praticou uma política externa ideológica disponibilizando recursos dos contribuintes para obras faraônicas em países de regimes não democráticos. Menosprezou a gravidade do quadro internacional caracterizando a onda da crise econômica mundial de “marolinha”. O governo gastou. Gastou muito. E, claro, gastou muito mal.

Em 2010, na ressaca da vitória de mais uma gestão do PT que viria a arruinar a economia e a sociedade brasileiras, aquele grupo de cariocas conscientes já havia aumentado de número. Travara dezenas de conversas com paulistas, mineiros, potiguares e outros que aconteciam sob a liderança de João Dionísio Amoêdo. Em diferentes encontros o questionamento era sempre o mesmo: como é possível um governo manter um modelo tão incompetente de administração pública e conseguir vitórias eleitorais sistemáticas? Os hospitais estão lotados e cidadãos morrem em suas filas, as escolas públicas estão, na sua maioria, aos frangalhos. Os índices de analfabetismo funcional crescem, a infraestrutura continua absolutamente emperrada em função da corrupção e da incompetência administrativa. Escândalos de corrupção são identificados a cada semana por toda a aparelhagem do Estado. Não seria possível levar um pouco da experiência administrativa do setor privado para o setor público? Não seria necessário levar pessoas novas que estivessem dispostas a levar suas experiências para a administração pública? Com tantos impostos pagos porque não se recebe um serviço decente do Estado pelo menos em saúde, segurança e educação?

João Amoêdo decidiu então propor um projeto que pudesse contribuir para a mudança do quadro político que fosse além de uma fundação beneficente, um instituto acadêmico, uma organização não governamental ou uma entidade sem fins lucrativos. Era necessário criar um novo partido político. Um partido que representasse em primeiro lugar o pagador de impostos, o contribuinte. O produtor de riqueza, tão desprestigiado no Brasil do “social”. Que representasse o cidadão indignado com a burocracia, com o Estado dirigente, interventor e com as condições trabalhistas, fiscais e previdenciárias que inviabilizam qualquer empreendimento.

 

Leia Mais


Vídeos

Imprensa

Mídias Sociais

Depoimentos

“Professor Christian passou por diferentes instituições públicas e privadas. Aprendeu a se comunicar bem e a falar para muitos” | Jornalista

Maria Helena Amaral

Conheço o Prof. Christian Lobauer há muitos anos, sempre empenhado na defesa do Agronegócio brasileiro. Trabalhando com proteína animal, suco de laranja ou com defensivos agrícolas, ele tem a clara visão da sustentabilidade das cadeias produtivas, essencial para a nossa competitividade. | Ex-ministro da Agricultura

Roberto Rodrigues

Christian foi Gerente da Fiesp durante meu último mandato de vice-presidente. Aprendeu muito sobre a indústria, e o comercio exterior. Seria um bom quadro para a atividade pública. | Executivo

Luiz Fernando Furlan

Prof Christian trabalhou comigo na Bayer por 5 anos. Se dedicou aos assuntos corporativos da cia com entusiasmo. Contribuiu para manter a imagem de solidez da empresa. E deixou amigos. | Presidente da Bayer no Brasil

Theo van der Loo